Hoje foi um dia difícil.
Acordei no horário de sempre, mas dessa vez, foi uma notícia ruim que nos tirou da cama.
Sabe, não tinha perdido um parente ainda. Não que eu me recorde.
Por mais que estivéssemos esperando que tudo acontecesse, a dor da perda é grande, o momento foi doloroso e difícil.
Mas, sabe, sinto que perder alguém que estava sofrendo não é perder, acredito que ela está em lugar melhor, e agora ficam as boas lembranças, os momentos mais alegres estarão guardados para sempre.
Não queria fazer um post dese tipo, mas precisava falar, escrever e colocar pra fora esse sentimento de mágoa. Logo vai passar, eu sei que as coisas acontecem para o bem.
Retiro-me, enfim.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
"E invisível eu ando por aí"
"Vago sem saber pra onde ir
Grito na esperança que alguém ouça a minha voz"
Engraçado, eu tomava esse rótulo de invisível por mim mesma. Hoje foi estranho, ninguém me viu. Duas vezes tive que chacoalhar minhas mãos na frente da minha avó e assustei meu pai quando ele descobriu que eu estava no quarto dele com a minha mãe, ele disse que estou me tornando invisível. Seria isso positivo? Ou não?
Foi um dia engraçado. De repente tudo ficou tão diferente de como começou... O que era pra ser uma brincadeira em família tornou-se algo muito mais divertido, e, ao mesmo tempo, a noite se transformou em falta de paciência.
Ainda preciso me equilibrar comigo mesma, preciso aprender a lidar com as situações e preciso criar certos bloqueios para não me prejudicar com coisas inúteis.
Achei que não sentiria falta da faculdade. Mas quando sua vida se torna rotineira diante disso, você passa a sentir falta das coisas que costumava a fazer, mesmo quando anseia por descanso.
Por mais que as férias sejam agradáveis, é muito mais empolgante ter uma rotina... Saber o que você vai fazer, ter compromissos e coisas importantes. Não apenas se encostar na cadeira do computador ou no sofá e ficar reclamando de não ter o que fazer.
Eu estou sentindo falta da minha rotina, do caminho até a universidade, das aulas, dos amigos... E o mais importante, é certo passar quatro horas do meu dia do lado do meu namorado (Coisa que não acontece nas férias [Não estou reclamando]).
Criei um certo bloqueio com a escrita. Tornou-se difícil ter um momento em que me sentisse apta a escrever. Acho que antes de conversar com os outros, eu precisei de um tempo para conversar comigo mesma e voltar a encaixar meus pensamentos e escrever novamente.
Acho que voltei à ativa e conseguirei escrever frequentemente. Isso é tão bom, porque acabo desabafando e nem sei se alguém lê.
Por fim, despeço-me... Na esperança que alguém ouça minha voz.
Grito na esperança que alguém ouça a minha voz"
Engraçado, eu tomava esse rótulo de invisível por mim mesma. Hoje foi estranho, ninguém me viu. Duas vezes tive que chacoalhar minhas mãos na frente da minha avó e assustei meu pai quando ele descobriu que eu estava no quarto dele com a minha mãe, ele disse que estou me tornando invisível. Seria isso positivo? Ou não?
Foi um dia engraçado. De repente tudo ficou tão diferente de como começou... O que era pra ser uma brincadeira em família tornou-se algo muito mais divertido, e, ao mesmo tempo, a noite se transformou em falta de paciência.
Ainda preciso me equilibrar comigo mesma, preciso aprender a lidar com as situações e preciso criar certos bloqueios para não me prejudicar com coisas inúteis.
Achei que não sentiria falta da faculdade. Mas quando sua vida se torna rotineira diante disso, você passa a sentir falta das coisas que costumava a fazer, mesmo quando anseia por descanso.
Por mais que as férias sejam agradáveis, é muito mais empolgante ter uma rotina... Saber o que você vai fazer, ter compromissos e coisas importantes. Não apenas se encostar na cadeira do computador ou no sofá e ficar reclamando de não ter o que fazer.
Eu estou sentindo falta da minha rotina, do caminho até a universidade, das aulas, dos amigos... E o mais importante, é certo passar quatro horas do meu dia do lado do meu namorado (Coisa que não acontece nas férias [Não estou reclamando]).
Criei um certo bloqueio com a escrita. Tornou-se difícil ter um momento em que me sentisse apta a escrever. Acho que antes de conversar com os outros, eu precisei de um tempo para conversar comigo mesma e voltar a encaixar meus pensamentos e escrever novamente.
Acho que voltei à ativa e conseguirei escrever frequentemente. Isso é tão bom, porque acabo desabafando e nem sei se alguém lê.
Por fim, despeço-me... Na esperança que alguém ouça minha voz.
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