invisible me: julho 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

sem título

Primeiramente, peço perdão pela falta de atenção ao blog. Fiz pouca coisa e deixei uma das que mais me agradava de lado. Não vou mais fazer isso, sério.
Infelizmente, as aulas estão voltando. Mas parece que toda aquela loucura e correria da escola me dá criatividade e ânimo pra postar.
Então, que venha o os dois ultimos bimestres. O segundo semestre. O último semestre. E o grande final. Estarei formada e vou me dedicar a várias coisas... Inclusive ao meu livro que anda parado.
Vou tentar pensar em alguma coisa legar pra falar sobre. Melhor do que ficar falando sobre uma coisa tão monótona como eu :)

socorro.

não tem nada pra falar.

não vou falar sobre você Gui.

Vou falar sobre.. hm.. sobre... Naõ sei! Não sei nem o que eu vou almoçar! Nossa. E faltam 5 minutos pra começar the Big Bang theory.

Não entendo essas pessoas de hoje - como se eu fosse velha - elas gostam de se identificar como bipolar, estranha, chata... Mostram um caráter forte. E quando você vai ver, não é assim.
Me diz.. qual é a vantagem de ser "diferente" só pra ""atrair"" outras pessoas?
Sinceramente, tem certas pessoas que tem algumas características que são legais, e quando você conhece de verdade, ela tem mesmo isso, tem um jeito diferente.
Agora tem cada um que você acha que deve ser uma pessoa super diferente, cabeça feita, com idéias muito legais e a pessoa é um nada.
Particularmente, eu acho que não é bom se descrever dessa forma. É tão chato! As pessoas esperariam demais de você.. Sem você ser.
O melhor que teríamos a fazer seria não se descrever. A vida seria mais fácil.
O que eu estou tentando dizer é que é melhor sermos nós mesmos do que colocar a famosa máscara e as vezes demostrar características que desprezamos.

a música de hoje - Silverstein - My heroine
Essa versão é acústica, mas se alguem gostar, procure ouvir a de estúdio, é muito boa :)

hoje eu vou deixar o endereço do meu tumblr também. ele tá paradinho, mas.. enfim.

tchaus.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sinceramente

Não vale a pena. Aliás, eu não acho que valha a pena.
Certas coisas acontecem porque tem que acontecer né? Será que vai ser melhor?
Eu sinceramente acho que vai.
Não posso acreditas em certas coisas que andam acontecendo. Tudo anda muito diferente. E certas coisas estão mudando com mais frequência do que pensávamos que iriam mudar.

Não tenho muito o que falar. Nesses dias de férias eu acabo tendo menos tempo pra parar e criar um post que faça sentido.
Então, perdoe-me.


















não consigo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O que fazer?

Pra não sumir não é? Fazia um tempinho que eu não passava aqui... Disseram que eu fiquei metida por causa do último post.
Falando sério.. A criatividade escapou pelos meus dedos essa semana. Mas não é por esse motivo que eu vou deixar de escrever algumas coisas.

Quero falar sobre inspirações hoje. Pessoas, músicas, obras, filmes, livros e coisas que me inspiram. Que juntam seus pedacinhos para formar parte de mim. Começando pelos livros.
Desde pequena, fui influenciada, tanto pela escola, quanto pelas pessoas ao redor de mim a ler. Sempre tinha, não sei, que fosse um gibi perto. E então, graças a uma mulher chamada Meg Cabot, eu peguei amor pela leitura. Devorei a série O diário da Princesa. Cada livro novo que saia me fazia pular pela casa.
Depois da Meg, meu interesse pela leitura simplesmente não acabou. Desventuras em série... Diversas histórias para pré-adolescentes. Depois disso, veio a série super polêmica Twilight. Antes de criticar, eu posso dizer que li os quatro livros da autora. Então, passei para uma leitura mais séria. Comecei a buscar por escritores que me fizessem buscar outras respostas. Foi ai que conheci um cara chamado Dan Brown. Esse cara abriu minha mente para diversas coisas que eu não fazia idéia que existiam. Fui lendo seus livros e me interessando cada vez mais. Então, depois de outros tantos que li e não me lembro, cheguei um pouco atrasada a outra série polêmica, pela qual me apaixonei... Harry Potter. Não preciso comentar como a JK é uma mulher extraordinária. Não sei descreve-la de forma alguma. E por ultimo, uma pessoa meio desconhecida me causou um certo impacto com um livro não muito pequeno chamado O nome do vento, Patrick Rothfuss. E estou aguardando seu próximo livro.
E agora um comentário sobre o que leio atualmente. Alguem já ouviu falar em DarkWriter? É, procure ler Mary Prince e depois conversamos mais sobre.

Não tinha nada sobre o que postar e me peguei falando sobre a minha vida novamente. Vou lançar um pequeno desafio para quem leu esse post hoje.
Quando você for comentar, se for comentar, deixa uma indicação de algum livro para eu ler. Acho que vai ser interessante.

Música - The Pretty Reckless - Just Tonight

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mudança de conceitos

Esperar. Contar. Criar. Machucar. Cantar. Chorar. Rir. Brincar. Falar.
Falar. Uma coisa que é tão necessária e tão difícil. Porque as vezes o silêncio fala melhor que um livro, fala mais que uma foto. Apenas o olhar. O sentir. O tocar. Em silêncio. Se não houvessem falhas, se não houvessem interpretações falsas, seria mais fácil falar. Mas ninguém entende que as vezes é pelo bem, é pra ajudar. Não, tem sempre um lado ruim, sempre alguém querendo prejudicar, sempre alguém tem que ter a culpa em cima dos seus erros. Nunca você, já percebeu?
As pessoas são diferentes, e algumas delas são boas a ponto de parecer que estão te prejudicando pra, na verdade, ajudar. Por mais que não pareça.
Só que tem aqueles que prejudicam pra fazer mal, pra dar uma lição, pra mostrar quem manda. É sério? Precisa mesmo ser assim? Precisa fazer mal?
Infelizmente, muitas coisas mudaram desde que passamos a criar certo sentido para a vida. Não se pode mais falar qualquer coisa que você já é julgado. Quando antes, todos corriam e brincavam, hoje, é difícil ter mais do que três amigos, quando se tem. Não se pode mais confiar em qualquer um, porque no dia seguinte, ele vira as costas pra você e você descobre que o que você confiou pra ele foi por agua a baixo, todo mundo já sabe.
Só que esse meu desabafo te leva a refletir. Eu queria, um dia, conseguir mudar a ideia de todo mundo. Fazer as pessoas pensarem diferente. Mas eu não tenho esse poder, então, me abro com algumas palavras, com coisas singelas, esperando que pelo menos uma pessoa reflita sobre o que eu ando falando.

Hoje eu sinceramente acho que vacilei no post, parece confuso.

Música: Simon & Garfunkel - The Sound of Silence
Peço para que desconsiderem o vídeo, já que são dois velhinhos cantando. Mas essa música tem um significado muito forte pra mim.

Mais uma coisa, obrigada a você que anda acompanhando meu blog, sério.

até.