invisible me: abril 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aquele sobre...

Não sei, não estou tão criativa para postagens super enormes e cheias de sentido como antes. Acho que a pressão escolar e a dor na perna estão me corroendo com o tempo.
O que acontece eu não sei. Mas enfim..
Preciso falar sobre algum acontecimento fodástico, pra ver se mais alguem começa a visitar esse blog, mas não tem o que falar.. Acho que vou falar da escola U:
Escola. Poderia ser melhor né?
Poderíamos ter pessoas mais sociáveis, sem merda na cabeça, que se interessem pela aula e pelas coisas da escola. Poderíamos tem caras muito legais que fossem amigos de garotas que tem namorado - assim como eu - e ser fofinhos com as meninas que não tem namorado - não citarei nomes - e ter aquelas meninas super patricinhas que odeiam gente que tem um estilinho básico.


tipo assim *u*

Poderíamos ter professores que se interessem pela matéria tambem, que saibam dar aula com calma e com prazer.
Poderíamos ter comida. Poderíamos ter armários e carteiras confortáveis.
Mas temos coisas que não nos agradam, temos muitas coisas que não nos agradam. Portanto, quem somos nós para reclamar do que temos? Ah, não é hora de dar lição de moral..
Tá vendo? Não tenho mais criatividade e nem senso para postar. Me perco em um milhão de assuntos e só sai porcaria.

Vejo vocês depois,

xx

terça-feira, 5 de abril de 2011

Avenged Sevenfold - 03/04

Como era de se esperar, uma fã simples da banda, como eu, não deixou de ir ao show dos caras e sofrer algumas coisas. Vou falar alguns detalhes que aconteceram por lá e depois, uma foto.

Saímos de Peruíbe às 6 da manhã - sim, acordei as 5, tomei banho, comi algumas coisas e fomos - ouvimos Avenged o caminho todo, para entrar no clima. Depois de algumas paradinhas, com direito a café da Dna. Alzira, fomos para o Credicard Hall.
Tomando Red Bull e tensos pra caramba, nos perdemos por ali e demorou para chegarmos até o local do show.
Quando chegamos - ao portão errado, por sinal - encontramos uma galerinha bem gente fina, que ficou com a gente do lado de fora - até 12:30, quando os portões abriram - cantando, rindo e morrendo de tédio.
Quando a fila começou a andar, o primeiro momento de euforia rolou. Cada gotinha de adrenalina estava estampada nos nossos rostos e nos nossos olhos brilhantes. Até que veio um segurança... "Alguém de pista premium?"
Nos separamos da galerinha que a gente tinha conhecido e seguimos nosso caminho, ouvimos gente mandar pra'quele lugar e continuamos correndo.
Enfim, chegamos em um lugar onde passaríamos as próximas 6 longas horas, contando os minutos para que a casa de show abrisse e o tão esperado Avenged Sevenfold entrasse no palco.
Uma chuva chata do caramba, um pessoal muito foda, balas de menta, folhas mastigadas, fotos, jogo do Palmeiras, banheiro perto do camarim, olhar para a janela de onde os caras estavam, abraços, beijoquinhas, roupas molhadas, Save Me reproduzida um milhão de vezes... A fila dava uma andadinha, caminhão de gelo passava, gente com all access... E nada de chegar 6:30.
"Você, que está aqui com o coração na mão, faltam apenas 15 minutos para as 6:30"
E a fila andou. As pessoas sentiam borboletas - ou deathbats - no estômago, tremiam e a ansiedade cada vez mais tensa em cada um de nós - eu e mais 6999.
Entramos, ganhamos nossa pulseirinha roxa. E em meio a Welcome to the jungle - um coro lindo, por sinal - e The sound of silence - introdução linda também - um baixo soou em nossos ouvidos
"Johnny! Johnny! Johnny!"
E ai começou... "Nightmare!"

Cada som, cada grito, cada olhada, cada brincadeira, cada solo, cada lágrima, cada emoção. Não tem como viver aquele momento novamente. O sofrimento foi esquecido por muitos, toda a chuva, as dores e a esperança de que a fila andasse... Aquilo tudo foi embora. Os caras tocaram muito bem, fizeram um p*ta show.
Foi uma coisa maravilhosa - uma experiência única que, quem viveu, sabe como foi.
“Vamos levantar os braços e celebrar a vida daquele filho da p... que não está mais com nós hoje

Algumas coisas que eu tenho que ressaltar:
- Johnny é o cara man. Ele tem uma - sei lá - simpatia. Ele ficou - aparentemente - feliz com a recepção que recebeu do pessoal e tocou muito.
- Arin Ilejay. Não tem nem o que falar, não tem como descrever. O cara honra o nome do nosso The Rev tocando do jeito que toca e esbanjando simpatia. Ele voltou e tentou rasgar a setlist, rs.
Agora sobre os outros três caras, não tem nem o que falar, todo mundo sabe que eles são foda, rs

Depois, sobraram as lembranças.. As fotos e os momentos que não serão esquecidos nunca.
“São Paulo, você é o nosso segundo lar. Vamos voltar sempre que vocês pedirem”

O que eu posso deixar, com certeza, é que, quando eles voltarem, eu sofro tudo de novo. - porque vale a pena sofrer por uma coisa que você gosta junto com pessoas que dividem o mesmo gosto.


Essa foto não é minha.


essa é minha, tirada pela minha humilde câmera, rs



um dia eu volto,
xx